Watch The Bull
Vinte anos de compressão estrutural terminaram. Mapeamos os três fluxos que sustentavam o prêmio negativo — e por que nenhum deles sobrevive a 2027.
O ciclo não é seu amigo. É o nosso objeto de estudo.
Cada nota é um argumento testável: tese, gatilho, invalidação. Sem narrativa sem posição.
Vinte anos de compressão estrutural terminaram. Mapeamos os três fluxos que sustentavam o prêmio negativo — e por que nenhum deles sobrevive a 2027.
O cessar-fogo ainda pode existir no papel. Mas, economicamente, ele começa a perder valor. Drones e mísseis já refletem outra coisa.
CPI headline de junho revisado para ~0,1% MoM. Deflação de 5% em energia alivia no curto prazo; core segue em 0,24% MoM. PCE headline Jun revisado para 0,12% MoM.
O diferencial de juros brasileiro paga o risco errado. Decompomos o carry em prêmio fiscal, prêmio eleitoral e resíduo — e o resíduo é a única parte barata.
Quatro eixos, leitura semanal. O regime decide o que funciona — antes de qualquer trade.
Acima do potencial, desacelerando na margem. ISM serviços segura; bens já contraem.
Persistente no núcleo. Serviços ex-moradia rodando 2x a meta anualizada.
QT em piloto automático; reservas se aproximam do piso estimado pelo desk.
Vol implícita barata vs. realizada. Convexidade está em promoção — compre.
Nowcast Jun/26: CPI headline revisado para ~0,1% MoM — deflação de energia alivia no curto prazo, mas core segue em 0,24%. Brent acima de US$110, UST 10Y em 4,40%: regime de inflação persistente não acabou.
Três etapas, sempre nesta ordem. É um processo, não uma opinião.
Séries longas, revisadas, dessazonalizadas por nós. Se o dado não sobrevive a 60 anos de história, não entra no modelo.
Crescimento × inflação × liquidez × risco. Quatro eixos definem o quadrante; o quadrante define o que historicamente paga.
Toda tese vira estrutura: entrada, alvo, invalidação, custo de carrego. Publicamos o P&L — inclusive quando dói.
“O mercado precifica o próximo trimestre. Nós precificamos a próxima década — e cobramos a diferença.”
— Mesa de Research, DA Economics
Sem trial, sem desconto, sem mídia paga. O research se vende sozinho ou não merece ser vendido.
A leitura da mesa antes do pregão — FX e inflação, com tese, gatilho e o viés do dia.
O par abre perto de 4,97 com o carry favorável ao real, mas a abertura de juros longos nos EUA limita a apreciação. Exportador acima de 5,00; importador e hedge fiscal abaixo de 4,93. LONG BRL via NDF 1Y (+6,8% no ano).
DXY sustentado pela divergência de política monetária contra Europa e Japão. SHORT EURJPY (+3,1%) como expressão do diferencial de carrego. O euro perde 1,082 se o ECB confirmar pausa mais longa.
Decompomos o carry brasileiro em prêmio fiscal, eleitoral e resíduo. A perna de carrego segue favorável, mas reduzimos convicção no intradiário com o prêmio de risco fiscal voltando a pesar.
IPCA-15 abaixo do piso das estimativas, com serviços subjacentes desacelerando — abre espaço para o ciclo doméstico. Núcleo ainda acima da meta, mas a trajetória de curto prazo favorece o carry.
Nowcast do Cleveland Fed em ~0,07% m/m no headline, com deflação de energia. Core ~0,23% m/m e PCE arrefecendo — compatível com o vetor dovish do nosso Nowcasting, mas Brent alto mantém o Fed sem pressa.
Inflação implícita de 5 anos em 5,9%, acima da meta ajustada — reflete mais prêmio de risco do que expectativa genuína. Preferimos NTN-B curta para carrego; a longa só com prêmio adicional no leilão.
Todo exhibit é um argumento testável: tese, gatilho, invalidação — e o P&L publicado depois.
Big Tech adicionou US$5,4tri em valor desde o início do conflito no Irã. Capex hyperscalers: US$725bi. FCF combinado cai para ~US$4bi no 3T. S&P 500 +8% no ano.
O sorriso do dólar pressupõe um hegemon fiscal crível. A perna esquerda está quebrando — testamos contra 40 anos de dados.
A taxa neutra não voltou ao mundo pré-2008 — foi para outro lugar. Demografia, defesa e transição somam 140 bp negados pelo mercado.
O diferencial brasileiro paga o risco errado. Decompomos o carry em prêmio fiscal, eleitoral e resíduo — só o resíduo está barato.
Toda tese de eletrificação assume oferta que não existe no pipeline. Mapeamos 31 projetos — 11 não saem do papel a este preço.
Trinta anos de âncora terminaram em 14 meses. O que o fim do YCC ensina sobre os próximos cinco anos de term premium global.
O peso mexicano carregou três anos de narrativa. O fluxo real de FDI conta outra história — e o posicionamento está do lado errado.
Quando a política monetária vira refém da rolagem da dívida. Três sinais de alerta — dois já piscam em Tóquio e Roma.
Modelos interativos e dashboards proprietários — IA Native, calibráveis ao vivo.
Termômetro proprietário de sentimento de mercado: 7 componentes equal-weight, gauge ao vivo e histórico. A leitura de risco da casa em um número.
Crescimento × inflação em z-scores: mapeia o quadrante do ciclo — inclusive o risco de estagflação — com a contribuição de cada componente ao composite.
Os 20 maiores bancos centrais — taxa de política, inflação, juros reais ex-ante e posição no ciclo. Índice de difusão de política monetária com histórico desde 2008.
Quatro eixos, 12 semanas de histórico, um quadrante. O regime decide o que funciona.
Acima do potencial, desacelerando na margem.
Persistente no núcleo. Serviços 2x a meta.
QT em piloto automático; reservas perto do piso.
Vol barata vs. realizada. Convexidade em promoção.
Quadrante atual: expansão inflacionária com liquidez minguante. Historicamente o pior trimestre para beta longo, o melhor para macro relativo e steepeners.
Não é agregador. Cada item entra porque mexe num eixo do regime — e dizemos qual, e quanto.
S&P 500 +8% no ano, MSCI World +7,4%. Big Tech adicionou US$5,4tri desde o início do conflito no Irã. Hyperscalers devem gastar US$725bi em capex; FCF combinado cai para ~US$4bi no 3T. Oracle CDS 5A: 170bps.
Modelos game theory: 55% de prob. a não-avanço das negociações. Assimetria política: EUA carregam gasolina e aprovação presidencial; Teerã opera sob lógica de sobrevivência do regime.
Core CPI revisado de 0,3% para 0,24% MoM. PCE headline Jun de 0,19% para ~0,12% MoM. Arrefecimento de gasolina é o fator principal de revisão baixista.
Vetor dovish para G10, risk-off para EM Ásia. Tolerância com depreciação gradual segue crescendo.
Abre espaço para o ciclo doméstico. Carry BRL ganha álibi de curto prazo — posição mantida.
Canal salário-serviços europeu segue vivo. BCE em pausa mais longa do que a curva precifica.
Conectando às fontes…
A mesa por trás das teses: as pessoas que executam o processo — sinal, regime, posição.
A leitura de regime mais recente da mesa — crescimento, inflação, liquidez e risco. Pronta para abrir online e baixar na frente do cliente.
Séries longas, revisadas, dessazonalizadas por nós. Se o dado não sobrevive a 60 anos de história, não entra no modelo.
Crescimento × inflação × liquidez × risco. O quadrante define o que historicamente paga.
Toda tese vira estrutura: entrada, alvo, invalidação, custo de carrego. Publicamos o P&L — inclusive quando dói.
A equipe por trás das teses, dos modelos e das séries — formação rigorosa, mesa de mercado real.
Formado em Administração de Empresas na EAESP-FGV, com mestrado em Economia Internacional pela Johns Hopkins University School of Advanced International Studies. Candidato CFA nível 2. Trabalhou no Federal Reserve Bank of New York e na International Finance Corporation (IFC/WB). No Brasil, atuou em asset managers, AA e tesourarias e mesas do Safra e Santander. Na DA Economics, foca na avaliação de cenário, estratégia e gestão do time.
Economista formado pela Univ. Presb. Mackenzie, com mestrado na mesma área pela FEA-RP/USP. Possui certificação CNPI. Atuou na Guide Investimentos de 2021 a 2023 como economista do sell-side, cobrindo macroeconomia para o Brasil e EUA, com foco em inflação e juros. Na DA Economics, é responsável pela modelagem, projeções, estratégia e relacionamento com o cliente.
Economista formado pela UFRN, doutorando em Economia pela FEA-RP/USP. Atuou na RD Investimentos em 2022 e atualmente cobre macroeconomia e FX Markets na DA Economics. Responsável por modelagem, arquitetura de dados e estratégia.
Economista formado pelo Insper, com mestrado em Economia em curso na mesma instituição. Iniciou a carreira como trainee na Consilium Insper e integrou o Núcleo de Conjuntura Macroeconômica do Insper. Foi analista econômico e estagiário de pesquisa macroeconômica na SulAmérica entre 2022 e 2024. Desde 2026, é analista macroeconômico na DA Economics, cobrindo conjuntura e indicadores.
Anderson Alvarenga é Diretor Comercial da DATAGRO Economics, responsável pelo relacionamento com clientes e pelo desenvolvimento de negócios, conectando empresas, instituições financeiras e agentes do agronegócio às soluções de inteligência econômica, consultoria e análise de mercados da companhia. Com mais de 25 anos de experiência nos mercados financeiro e de tecnologia, construiu sua trajetória em instituições como Itaú, Itaú BBA e Santander, com atuação em research macro, electronic trading e atendimento a clientes institucionais.
O research se vende sozinho ou não merece ser vendido. Dois formatos, mesma mesa.
Institucional, imprensa ou dúvida de posição de assinante — tudo cai na mesma mesa.